Leia a 2ª parte de suplemento da série “Caixa Acústica”

-O 2º suplemento da série “Caixa Acústica” – publicado pela editora de “O Vidroplano”  – traz exemplos práticos do uso do vidro acústico.

O conteúdo é baseado em duas palestras da 6ª VidroSom, realizado em 12 de novembro de 2014 em São Paulo.

Uma delas, ministrada pelo idealizador do evento e diretor da Atenua Som , Edison Claro de Moraes, mostrou soluções práticas para barrar ruídos a partir de cases de clientes da empresa.

A outra exposição, do diretor da Avec Design, José Guilherme Aceto, apresentou tecnologias diferenciadas em caixilhos para aumentar o conforto acústico de edificações.

O material está disponível para download, clique aqui.

A 1ª parte de suplemento Caixa Acústica pode ser adquira AQUI.

Arquitetura Invisível: Profissionais precisam ficar atentos aos detalhes acústicos

Assista apresentação de Julian Treasure – presidente da Sound Agency  e consultor sobre o impacto sonoro na população realizada durante do TEDGlobal 2012.

O destaque nesta edição comenta sobre a necessidade de arquitetos e projetistas em criar projetos para restaurantes, escolas, escritórios e até hospitais levando em consideração a parte acústica do ambiente.

Julian Treasure soa uma chamada à ação para os designers para pagar a atenção para a .

Outros vídeos com Julian Treasure participando do TED estão disponíveis aqui no blog da Atenua Som:

– “Som Ambiente: Especialista demonstra como somos afetados diariamente” comenta sobre como os barulhos indesejados estão afetando nossa habilidade de escutar.

– “5 Maneiras de Escutar Melhor“, onde Treasure compartilha experiências para utilizar conscientemente nossa comunicação sonora.

(selecione a tradução para português no vídeo)

Paraíba combate à poluição sonora com projeto “Som Legal – Cidade Sossegada”

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O projeto “Som Legal – Cidade Sossegada”, idealizado pelo Ministério Público da Paraíba em parceria com as Polícias Civil e Militar, pretende fiscalizar e combater a poluição sonora nos principais municípios paraibanos, começando pelo litoral norte do estado.

A polícia registrou durante o ano passado mais de 24 mil atendimentos de perturbação do sossego.

Andréa Bezerra, coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente, declarou que em sua primeira etapa, o projeto será focado com atendimento da Polícia Militar das ocorrências de poluição sonora. Mais de 60 policiais militares foram capacitados para realizar um atendimento padronizado na fiscalização e combate às infrações de poluição sonora.

Já em atividade, o projeto “Som Legal – Cidade Sossegada” retira a aparelhagem de som e encaminha para a delegacia as pessoas flagradas em situação de poluição sonora, onde será lavrado um termo circunstanciado de ocorrência e sairão com a data da audiência no Juizado Especial Criminal já marcada.

Legislação
A coordenadora do Caop do Meio Ambiente disse que as pessoas flagradas em situação de poluição sonora podem ser enquadradas em dois artigos da Lei de Contravenções Penais.

O primeiro é o artigo 42, que trata de perturbação do sossego, e não há necessidade de indicar uma vítima determinada para que o delito seja constatado, já que a vítima é a coletividade, todos ao redor sendo perturbados. Nesse caso, a pessoa pode ser condenada à prisão, de quinze dias a três meses, ou multa.

Já o enquadramento no artigo 65 é direcionado caso o barulho pertube a tranquilidade ou atrapalhe algum indivíduo, nesta situação, é necessário ter uma vítima específica identificada. A condenação nestes casos pode resultar em prisão de quinze dias a dois meses ou multa.

Etapa educativa
O estado da Paraíba informa que será implantada uma etapa de educação ambiental.

“Estaremos juntos com crianças e adolescentes, fazendo palestras nas escolas, para que eles se tornem multiplicadores da educação ambiental. Também vamos trabalhar junto a templos religiosos e empresas, por meio de termos de ajustamento de conduta, fazendo com estes se enquadrem aos limites sonoros permitidos, através de licenciamento ambiental”, disse a promotora de Justiça.

Curadoria acústica em todos os projetos

 

O som é fundamental para a qualidade de locais de música, mas todos os projetos de arquitetura precisam prestar mais atenção à acústica?

Briefs de design dificilmente incluem uma descrição da experiência acústica que deve ser alcançado. No entanto a acústica é uma característica vital, pode definir e moldar a qualidade e o caráter de ambientes. Desta forma, deveríamos informar sobre como queremos que os nossos edifícios e espaços públicos tenham de retorno sonoro desde o início de cada projeto.

Controle de ruído, ou o som indesejado, é parte do problema.

Se o som é causado pelo tráfego em uma estrada nas proximidades ou pelos próprios sistemas mecânicos de um edifício, o ruído é preocupante e até mesmo prejudicial para a saúde. Além da perda de audição, que é uma consequência do passar um tempo em um ambiente barulhento, o ruído prejudica a nossa capacidade de concentração, de entender e para descansar.

O mundo da construção e da arquitetura está cada vez mais consciente de que o som indesejado deve ser controlado para criar ambientes propícios ao seu propósito primordial – sejam eles hospitais, hotéis, escritórios, casas ou outros edifícios. Nas artes cênicas, no entanto, os clientes entendem que é necessário um desenho acústico além do controle de ruído para projetar uma experiência acústica do espetáculo.

Mas não deveríamos estar fazendo isso em outros ambientes também?

Um exemplo simples são os restaurantes. A acústica deve ser parte da discussão logo no início!

Qual é a natureza do espaço, qual o ambiente e o personagem do estabelecimento?

É destinado a ser alegre e descontraído? Intimista? Elegante? Moderno e relaxado? Estas perguntas são realizadas para discutir os objetivos do projeto estético, mas poderiam ser debatidos também na área acústica.

Se nós estamos projetando áreas urbanas – parques, hospitais, restaurantes ou lobbies de hotel – devemos considerar desde o início como vamos moldar a experiência acústica. Deveríamos utilizar a acústica em conjunto com o geometria espacial, texturas, luz e cores para criar espaços que provocam uma resposta emocional ou mesmo física.

O som pode transformar o espaço, onde as pessoas podem desejar ficar, espaços que induzem ao consumidor percorrer rapidamente, espaços com personalidade específica e espaços que provocam uma infinidade de outras respostas.

Seja qual for o ambiente que você deseja alcançar, se trata de um processo de pensamento holístico. Como designers, devemos defender mais o pensamento (e, portanto, tempo) dedicado a esse tipo de curadoria acústica.

A natureza do nosso mundo acústico deve ser o resultado de escolhas de design conscientes em todos os lugares em nosso ambiente construído, e não uma consequência não intencional de escolhas estéticas.


Texto de Tateo Nakajima – um dos principais especialistas sobre acústica e pela gestão de projetos acústicos variados – auditórios, teatros e salas de concertos na América do Norte, Europa e Ásia.

São Paulo tem projeto de mapeamento acústico

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A Comissão de Acústica Ambiental da ProAcústica está se preparando para contribuir com a realização um projeto piloto de Mapeamento Acústico de São Paulo. Isso permitirá a elaboração de um plano de ação de grande eficiência, considerando em primeiro lugar as áreas mais impactadas, e direcionando os recursos de maneira racional.

A área sugerida para a realização do piloto recebeu o nome de “Operação Urbana Faria Lima”, região selecionada por ser um dos poucos espaços da cidade de São Paulo que combina vários aspectos importantes: vias de transportes implantadas recentemente, a junção de estabelecimentos antigos do bairros com novas edificações e a disponibilidade de boa base de dados técnicos.

Para o arquiteto e urbanista Marcos Holtz, o Projeto de Lei 01-00075/2013 estipula a obrigatoriedade da execução do mapa acústico da cidade de São Paulo, e vincula a redução dos níveis de emissões sonoras aos parâmetros estabelecidos pelas leis vigentes.

Desde a criação da Comissão de Acústica Ambiental, há mais de 4 anos, a Comissão tem como objetivo dar suporte técnico às ações da associação relativas à acústica ambiental, como mapeamentos acústicos, normatização, legislação, informação ao público, entre outras.

A implementação do Mapa Acústico será importante para a cidade, uma vez que a poluição sonora é um problema de saúde pública. O mapa permitirá localizar “pontos críticos” de ruído na cidade, e do número de pessoas expostas a níveis altos, assim como proteção dos locais mais “silenciosos”.

Suporte ao mapeamento
“- A proposta de fazer o Mapeamento Acústico de São Paulo surgiu do vácuo que existia no Brasil, em que a questão da poluição sonora nunca havia sido abordada de maneira sistemática e integrada às outras áreas do planejamento urbano. O fato é que essa é uma tendência mundial e São Paulo não pode ficar atrás de outras grandes cidades na América Latina, que já incorporam o mapeamento acústico como Santiago do Chile, Bogotá, além de inúmeras outras cidades europeias”, declara Nicolas Isnard, membro da Comissão de Acústica Ambiental.

Depois de realizado o projeto piloto, o trabalho deverá ser expandido para outras áreas da cidade. As fontes de financiamento para cobrir os custos de execução do projeto piloto ainda não estão definidas.

De acordo com especialistas da ProAcústica, não se pode confundir o mapeamento acústico da cidade com os incidentes de ruído provocados por atividades de entretenimento e incômodos de vizinhança, como os problemas causados por bares e casas noturnas.

“O mapeamento tem uma função estratégica de diagnóstico a fim de criar um planejamento macro, que mostra o impacto ambiental do ruído causado por sistemas de transporte e principais fontes fixas, com objetivo mitigar ou atenuar o problema onde é mais necessário. Isso possibilita a criação de uma política de controle e gerenciamento de ruído para a cidade”.

Caixa Acústica – Confira 1ª parte de suplemento sobre vidros acústicos

 

“Caixa Acústica” é o nome da publicação especial resultante da ação conjunta entre a Abravidro – editora de “O Vidroplano” – a Atenua Som – organizadora do Vidrosom, seminário técnico sobre acústica em vidro – e a Cebrace, patrocinadora do evento desde sua primeira edição.

A iniciativa tem por objetivo compartilhar com os profissionais vidreiros o riquíssimo conteúdo divulgado no 6° VidroSom, realizado em 12 de novembro de 2014 em São Paulo. Naquela ocasião, dezenas de profissionais dos setores de vidros, esquadrias e acústica assistiram a apresentações e debates abordando conceitos técnicos básicos, pesquisas recentes, regulamentações, cases e ensaios sobre o tema.

A série “Caixa Acústica” é composta por três suplementos. Juntos, eles formarão uma literatura inédita e atualizada, reunindo o que existe de mais avançado nos estudos de caso sobre acústica.

Na primeira edição, você acompanha em detalhes o conteúdo de duas palestras do VidroSom. Na primeira, Carlos Henrique Mattar, gerente de marketing da Cebrace e um dos maiores especialistas em vidro no Brasil, apresentou conceitos básicos sobre acústica e o vidro como barreira de som. Na segunda, o arquiteto Marcos Holtz traçou uma evolução do uso do material em edificações ao longo dos séculos.

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-Diferenças no barulho

O limite de barulho suportado pelo organismo humano está ligado ao tempo de exposição a ele. Aguentamos por pouco tempo ruídos acima de 90 dB. Exemplo: nosso corpo suporta o som de uma turbina de avião (104 dB) por, no máximo, quatro minutos. Após esse período, sofrem-se perdas auditivas irrecuperáveis.
Além disso, a continua exposição a níveis superiores pode causar males diversos como diminuição do poder de concentração e da resistência imunológica e estresse degenerativo.

Para se chegar a soluções para o conforto acústico de edificações, é importante lembrar que em uma metrópole, por exemplo, não existe apenas um tipo de barulho a se combater. Deve-se levar em conta o “espectro do ruído”, o conjunto de sons formados por várias fontes que causam distúrbios às pessoas.

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Frequências Críticas
Todo tipo de vidro vibra ao receber uma frequência específica de som, diminuindo assim sua capacidade como isolante. Não basta, portanto, instalar vidros grossos em qualquer projeto. O ideal é estudar e combinar materiais para compensar essa inevitável perda (saiba mais sobre isso no próximo suplemento).

Vidros mais espessos. por exemplo, são excelentes para barulhos pesados, graves. Por outro lado, vidros finos atuam melhor contra sons agudos.

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-Evolução da Aplicação
O uso do Vidro acompanhou diretamente a evolução da arquitetura. As catedrais, obras tão comuns nas cidades ocidentais, são ótimos exemplos para ilustrar a mudança ao longo dos tempos.

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Conjunto de Soluções
O conforto acústico é apenas um dos benefícios que o vidro garante à construção civil. O material oferece solução completa para diversas questões relevantes à arquitetura moderna – entre elas, beleza estética e conforto térmico. A quebra de paradigma na aplicação do vidro indica que é papel do arquiteto mostrar à indústria quais os caminhos a serem seguidos pela construção civil.

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IAC BUILDING  – Nova York, EUA
Obra do renomado arquiteto canadense Frank Gehry, inaugurada em 2007 como sede da InterActiveCorp, empresa de mídia online americana. As fachadas ganharam “Cool Lite KNT”, vidro low-e de controle solar da Cebrace,com o intuito de evitar a entrada de radiação solar durante o verão e a perda de calor durante o inverno.

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Burj Khalifa – 
Dubai, Emirados Árabes Unidos

O maior prédio do mundo pode ser considerado o exemplo máximo da técnica na instalação do material – afinal, as placas da fachada precisam resistir às fortes rajadas de vento, além de proteger os usuários contra o intenso calor do deserto.
Inaugurado em 2010, possui SunGuard Solar Silver 20 e Climaguard NLT low-e, da Guardian, nas fachadas.


Este conteúdo foi elaborado por dois palestrantes

Carlos Henrique Mattar (carlos.mattara@cebrace.com.br)
Bacharel em engenharia metalúrgica e de materiais pela Escola Politécnica da USP, pós-graduado em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Possui cursos de formação técnica na Escola do Vidro e na Univerdade do Vidro (França). Atua no mercado do vidro plano desde 2000 e é gerente de Marketing da Cebrace desde 2012.

Marcos Holtz (projetos@harmoniaacustica.com.br)
Arquiteto e mestre em acústica pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Paulo, é sócio do escritório Harmonia Acústica. Já participou como autor de cerca de 500 projetos de acústica.

O material está disponível para download, clique aqui.

Smart Window – a Janela Sustentável da Atenua Som

smartwindow
Incentivando projetos inovadores, novas tecnologias e criatividade, a Acelera Startups , concurso de empreendedorismo promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) premiou em sua 5ª edição a “Smart Window”, de Leonardo Palombo – diretor de tecnologia e inovação da Atenua Som – que recebeu destaque por agregar eficiência energética e sustentabilidade em uma proposta inovadora que utiliza a luz solar recebida em janelas e transforma em energia limpa e renovável.

Através da Smart Window, a energia solar é armazenada e o usuário poderá utilizar em sensores de temperatura, sensores de movimento, de claridade, alarme de incêndio, iluminação de ambiente ou transferida para qualquer periférico que possua saída USB, por exemplo, smartphones.

Sobre a Acelera Startups

A Acelera Startups é uma empresa voltada para a educação empreendedora que promove eventos e workshops voltados para a integração entre facilitadores, mentores, empreendedores, consultores e estudantes que queiram montar um negócio inovador usando as metodologias mais utilizadas no mundo para o desenvolvimento de startups.

Informações à Imprensa:

Renato Andrade – Atenua Som
www.atenuasom.com.br
e-mail: renatoan@gmail.com
Tel.:11-99829-8748

Confira vídeos sobre a Smart Window:

Smart Window na Rede TV
Smart Window  na Mixx TV
Smart Window  no programa Bom Dia Brasil – Rede Globo

Amigas do bom som

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Morar perto do centro também significa estar próximo da concentração de pessoas e carros, do comércio e do barulho que tudo isso produz. Por isso, é comum instalar janelas antirruído em pelo menos um dos cômodos, geralmente o quarto. Foi o que fez a arquiteta Renata Pedrosa, da Sub Estúdio, em seu apartamento, no Edifício Eiffel, na Praça da República. “Só tive dinheiro para colocar uma janela acústica, por isso escolhi a do quarto, para conseguir dormir”, conta ela, que gastou R$ 16 mil na obra.

Renata escolheu um modelo recuado para não interferir na fachada do prédio, assinado por Oscar Niemeyer. É a chamada janela sobreposta, que, no caso de uma abertura do chão ao teto, requer área extra. Já nas janelas tradicionais, as estruturas sobrepostas são parafusadas na parede em volta, do lado interno do ambiente, e demoram cerca de uma hora para serem instaladas.

O outro tipo é a embutida – que pode levar até dois dias para ser instalada, caso seja necessário mexer na alvenaria –, colocada no vão da antiga janela, que pode ser retirada ou não. “Quando há um vão mais largo, é possível colocar outra janela sem precisar tirar a original”, diz a gerente de marketing da Atenua Som, Nicole Fischer, que cita vantagens em ter duas janelas. “Por mais que não reduza tanto o ruído, alguma porcentagem a janela existente ameniza. Portanto, ela acaba sendo mais uma barreira para o barulho.”

Uma janela acústica consegue isolar de 30 a 40 decibéis, reduzindo de 50% a 80% do ruído percebido. Para conseguir tal efeito, o conjunto antirruído envolve uma série de elementos. Entre eles, a esquadria tem um papel fundamental, já que um rebite ou um furinho podem comprometer a performance de todo o conjunto. Por isso, elas precisam ser mais densas. A mais usada no Brasil é a de alumínio, que tem desenho interno apropriado para impedir a passagem de ar.

A vedação é feita com escovas e borrachas, espalhadas por todos os vãos, do trilho, nas janelas de correr, até o do parafuso na parede.

O elemento principal, porém, é o vidro, que pode ser duplo, triplo ou quádruplo, dependendo do tipo de ruído que se quer barrar. Para abafar o som do trânsito, o mais indicado é o triplo, formado por vidro de 4 mm, câmera de ar de 6 mm e vidro laminado (com película no meio) de 6 mm, chegando a uma espessura de 16 mm – bem superior à de uma janela comum, geralmente de 4 mm – e custa em torno de R$ 2.500 (o modelo de 1,20 x 1,20 m). “Elas são mais caras justamente por causa de todos esses detalhes”, explica Nicole.

O cuidado passa a ser com o barulho de dentro

Assim como isola o ruído exterior, a janela acústica impede a saída do som interno. “Ele bate na janela e volta”, explica o pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) Marcelo de Mello Aquilino. Por isso, ele recomenda ter por perto poucos objetos de vidro, que favorecem a reverberação sonora. Outro problema causado pela janela antirruído é falta de renovação do ar, o que exige, geralmente, a instalação de aparelho de ar-condicionado.


Texto acima foi publicado no Blog Casas – O Estado de S.Paulo – Por Ana Paula Garrido