Conheça o novo aplicativo da Atenua Som: Sonômetro

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Com o intuito de ajudar na compreensão de quem pouco entende sobre os níveis de decibels que ecoam pelo espaço, desenvolvemos um aplicativo para medir os ruídos dos ambientes!

Nosso Sonômetro capta os sons pelo microfone do aparelho celular, exibindo na tela os valores em decibels, e dispõe de comparações com outros sons de mesma intensidade, para que o usuário tenha uma referência do nível de ruído captado. Por exemplo, muitas pessoas não sabem se 50dB é um valor alto ou baixo, no aplicativo aparece que 50dB é equivalente ao som de uma chuva moderada ou a um escritório silencioso.

Há uma breve instrução de como medir ruídos em ambientes internos e externos, para garantir que o usuário meça o som sem interferências do ambiente. Por exemplo, é necessário se afastar da fonte de ruído e de paredes e móveis próximos, pois estes podem causar a reflexão do som, alterando o nível de ruído captado.

Apesar de todas as funcionalidades incríveis, é preciso se atentar que o app é apenas um simulador de medições, pois depende diretamente da fidelidade que a captação do microfone será capaz de absorver. Se o aparelho for muito simples, provavelmente seu microfone não será tão fiel como um aparelho mais sofisticado. Além disso, é comum os aparelhos celulares serem configurados para captação da voz humana, portanto sons acima de 90dB podem não ser detectados.

O consumidor pode descobrir se o nível de ruído no local é o permitido pela lei, conferindo na tabela disponível no aplicativo os valores considerados aceitáveis pela norma vigente no Brasil, a “NBR 10.151 – Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade”, da ABNT. Dessa forma é possível saber se o ruído captado está dentro do limite permitido para aquele local.

O aplicativo está disponível para Android e iOS. Estão ainda previstas mais novidades, como atualizações do gráfico que exibirá a linha do tempo de captação de ruído e a calibração do microfone.

Baixe gratuitamente no seu celular e comece a usar!

iOS: http://apple.co/2u6luhA

Android: http://bit.ly/2vR9YZy

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Muro de vidro funcionará como barreira à poluição sonora na Raia Olímpica da USP

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A Prefeitura de São Paulo ouviu sugestões de pessoas que utilizam a Raia Olímpica da USP e voltou atrás em uma medida anunciada em maio desse ano. A proposta era de substituir o muro de concreto que separa as pistas da Marginal Pinheiros e o local por um gradil, mas o incômodo sonoro gerado seria ampliado, o que desagradou a muitos.

Por isso, agora, o órgão irá instalar vidros transparentes no local, com 3,1 metros de altura. Sustentados sobre uma base de concreto com 1 metro, o material permitirá que os motoristas possam apreciar a vista da Raia Olímpica e a natureza do local. A segurança é garantida: os vidros de 10mm serão temperados e receberão película de segurança antirreflexo, tornando-os 5 vezes mais resistentes que o para-brisa de um carro. Ainda serão plantadas árvores nativas da flora nacional e um novo projeto de iluminação. Todos os custos serão pagos pelas empresas participantes do projeto.

Segundo o secretário municipal de Obras, Marcos Penido, o ruído dentro da área da USP será o mesmo de hoje. A entrega do paredão de vidro, com 2,2 quilômetros de extensão, será entregue em janeiro de 2018.

Assista o vídeo da prefeitura sobre o projeto:

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VidroSom debate novas soluções acústicas em vidro em Curitiba

vidrosom-debate-novas-solucoes-acusticas-em-vidro-em-curitiba-no-dia-15bbaa07-vidrosomSistemas inovadores e cases serão apresentados durante o evento.

A 10ª edição do VidroSom (Seminário de Soluções Acústicas em Vidro) acontece no próximo dia 15 de setembro no Expo Unimed, em Curitiba (PR), durante a realização do IX Saie Vetro –  Salão Itinerante de Esquadrias e Vidros. Na ocasião, especialistas do setor irão apresentar inovações tecnológicas e debater estudos de casos do setor acústico com a plateia formada por arquitetos, consultores, profissionais e estudantes. Esta é a segunda vez que o evento é levado para a capital paranaense. Em 2012, o evento aconteceu na sede do Sinduscon/PR. Também já passou pelas cidades do Rio, Salvador, Porto Alegre e São Paulo. O evento, mais uma vez, tem caráter social: a renda obtida com as inscrições será revertida para duas entidades, uma de São Paulo e outra de Curitiba.

Palestrantes convidados para o evento: o engenheiro Fernando Westphal, professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que vai abordar os benefícios da utilização de vidros de controle solar em fachadas; Remy Dufrayer, gerente de Desenvolvimento de Mercado da CEBRACE, que irá destacar o papel do vidro e da esquadria no conforto acústico; a engenheira Michele Gleice da Silva, diretora técnica do ITEC – Instituto Tecnológico da Construção Civil -, sobre as normas técnicas brasileiras da ABNT e o desempenho das esquadrias.

O empresário Edison Claro de Moraes, presidente da Universidade do Som, da Pro Acústica e vice-presidente da AFEAL, criador do evento, vai apresentar diversos cases de soluções acústicas; e José Guilherme Aceto, diretor geral da Avec Design, as novas tendências e tecnologias desenvolvidas para o envidraçamentos que contribuem para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

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As inscrições já estão abertas e custam R$ 80,00 para associados da AFEAL, ITEC e Pro Acústica e R$ 120,00 para não associados. O dinheiro arrecadado com as inscrições será doado à Nova 4E – Entidade beneficente que atende 150 pessoas com DI (Deficiência Intelectual), de São Paulo; e para outra entidade de Curitiba, a ser definida. Também está previsto a realização de um Concurso de Desenhos com o objetivo de despertar em crianças de 7 a 12 anos, da rede estadual de ensino das duas cidades, a conscientização sobre os graves problemas provocados pela poluição sonora nas grandes cidades do País.

O VidroSom é uma realização da Universidade do Som. Conta com o patrocínio da CEBRACE e apoio institucional da IX Saie Vetro, da AVEC, AFEAL, e ITEC, com organização da Ópera Marketing.

 

Serviço

Evento:          10º VidroSom (Soluções Acústicas em Vidro)
Data:              15 de Setembro de 2017
Horário:         10 às 14 horas
Local:             Expo Unimed Curitiba
Endereço:     Rua Professor Pedro Viriato P. Souza, 5.300

Fonte: www.vidrosom.com.br

Atenua Som no Jornal Agora São Paulo

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O aumento do barulho na cidade de São Paulo é visível e, em boa parte, acontece por causa de facilidades à motoristas que desviam do trânsito em grandes vias e acabam se deslocando por ruas menos movimentadas, tradicionalmente mais calmas. Para atenuar esses problemas, a procura por janelas antirruído aumenta cada vez mais.

Em matéria para o Jornal Agora SP, do dia 3 de julho de 2017, Nicole Fisher, diretora da Atenua Som, ressalta que “o aumento do barulho na cidade foi se agravando, e a procura (por janelas antirruído) vai aumentando a cada ano. Agora, com os aplicativos que indicam rotas para os motoristas, locais que eram silenciosos passaram a ficar barulhentos. Hoje tem barulho onde não tinha”.

A cliente Norma Reiko instalou uma janela antirruído da Atenua Som em seu apartamento, mesmo morando em um andar bem alto. “Moro perto de uma avenida barulhenta, onde passam carros, ônibus. Estou no 16º andar, mas precisei colocar uma janela antirruído. Melhorou muito”, completa Reiko.

Na mesma matéria, a dica é para que a instalação dessas janelas seja feita na parte interna dos apartamentos. Isso porque segundo as diretrizes do Código Civil, não é permitido fazer alterações nas fachadas de prédios. No texto também há outras alternativas apontadas para tentar solucionar o problema, como o investimento em portas antirruído.

 

Jovens, os fones de ouvidos e a perda de audição.

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Ele está nas ruas, nos ônibus, nos escritórios e até em nossas casas. Os fones de ouvido estão presentes na nossa rotina – e principalmente dos jovens, que simplesmente não os desgrudam da orelha. Mas o uso impróprio e desregulado pode causar perda de audição ainda entre os 30 e 40 anos.

 

A professora de otorrinolaringologia da USP, Tanit Ganz Sanchez, coordenou um estudo, com apoio da Fapesp, com 170 adolescentes entre 11 a 17 anos e constatou que, caso a exposição ao ruído continue, eles poderão apresentar perda de audição antes de seus pais ou avós.

 

MAS COMO ALGO TÃO PEQUENO PODE PREJUDICAR NOSSA AUDIÇÃO?

 

Os fones emitem os sons direto em nosso canal auditivo, sem nenhum tipo de barreira que proteja nossos ouvidos, diferente dos sons propagados em um ambiente, que sofrem interferência dos materiais ao redor como paredes, móveis, pessoas, diminuindo a pressão sonora que chega até nosso tímpano.

O que também prejudica nossa audição é uma combinação entre o volume e o tempo de exposição ao som. Como esclarece o otorrinolaringologista Ricardo Testa, do Hospital Paulista,  “A intensidade máxima que não prejudica é de 85 decibéis. Se estiver nessa altura, o limite de tempo é de oito horas por dia”.

Pode parecer muito, mas os nossos smartphones alcançam entre 75 dB a 136 dB. Além disso, o tempo limite cai pela metade a cada 5 dB, ou seja, aumentar o som para 100 dB deixaria você com apenas uma hora de música. E com certeza você tem aquele amigo ou amiga que não tira o fone para nada.

O problema é que a perda auditiva é lenta: as pessoas levam em média 7 anos para detectá-la e iniciar o tratamento.

Até os modelos podem influenciar. Aquele com o plug intra-auricular entra no tubo auditivo e prejudica mais. Já os de concha são melhores porque isolam barulhos externos, o que impede exageros no volume.

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 CALMA, NÃO É PRECISO JOGAR O SEU FIEL COMPANHEIRO NO LIXO

Para evitar chegar a isso, fique alerta para os sintomas iniciais, que são zumbidos, sensação de ouvido tapado e dificuldade em entender o que as pessoas falam em ambientes ruidosos. Se tiver alguns desses sinais, a recomendação é procurar um médico e fazer exame de audiometria ao menos uma vez ao ano.

 

Veja também algumas dicas para manter sua saúde auditiva em dia:

 

Atenção ao volume! – Se a escala for de 0 a 10, tente manter no 5;

Seus ouvidos também merecem descanso – Faça repousos sonoros, preferencialmente de 1 a 2 horas por dia;

Esquerdo, Direito, Esquerdo, Direito – Se você tem mania de usar apenas em um lado, alterne de vez em quando;

 

Escute seu ouvido – Alguns sinais de superestimulação ao tirar o fone: sensação de dor, abafamento ou zumbido.

Escolha seu modelo sabiamente – Dê preferência aos que fones que ficam por fora da orelha. Como citado antes, eles prejudicam menos.

 

Se você se interessou, confira também 6 coisas do dia a dia que podem comprometer sua audição!