Cinco itens que te ajudarão a preservar a audição

Cuidar da audição é muito importante, visto que diversos fatores do nosso dia a dia podem prejudicá-la. Veja dicas importantes para mantê-la saudável por mais tempo:

• Diminuir o volume de aparelhos de som e/ou dos fones de ouvidos;

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• Evite fazer atividades físicas com fones de ouvido, pois a alteração do fluxo sanguíneo torna as células ciliadas mais sensíveis ao barulho;

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• Usar protetores auriculares em locais barulhentos;

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• Ficar atento ao sintoma zumbido e procurar um médico otorrinolaringologista;

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• Fazer exames preventivos para evitar a perda auditiva precoce.

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Além disso, adquira sua Janela Termoacústica e garanta a tranquilidade dentro da sua casa!

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O ruído no decorrer da vida

Você sabia que o ruído pode impactar nossa vida, do início ao fim? Entenda como isso acontece em cada fase no infográfico abaixo:

Ruído durante a vida

 

 

A imagem original pode ser encontrada aqui.

Som alto e volante

A música pode ser uma excelente válvula de escape para reduzir o estresse. Pode inclusive tornar o trajeto mais agradável. No entanto, se reproduzida num volume alto dentro do carro pode ser prejudicial.

Atenção dividida

Não é novidade nenhuma que o som alto pode prejudicar severamente a audição, mas não é só isso!  Uma pesquisa da Universidade de Groningen, na Holanda, concluiu que ouvir som alto aumenta o esforço do cérebro e, como ele compensa esse esforço, isso não deve impactar diretamente na condução do veículo, mas isso depende muito da situação.

A música pode interferir em situações em que o motorista deve estar mais atento, trazendo riscos à segurança. Assim, é muito importante que o volume esteja em nível aceitável, não sendo prejudicial à audição nem à atenção!

Foco no que interessa!

O cérebro humano é adaptado para realizar diversas funções complexas, e muitas delas ainda não são bem compreendidas. Uma delas, denominada “cocktail party effect“, ou “efeito coquetel”, corresponde à habilidade de focar em sons específicos em ambientes ruidosos.

Sem o desenvolvimento dessa habilidade a comunicação seria uma atividade muito difícil, demandando muito esforço por parte dos interlocutores. Graças a ela podemos conversar em festas, interagir durante confraternizações, entender os professores numa sala de aula barulhenta.

Os estudos sobre esse efeito tiveram início na década de 1950, e por se tratar de um fenômeno tão cotidiano, despertou grande interesse nos campos de pesquisa de acústica, psicologia, audiologia e neurociência. E exatamente por se tratar de um evento tão comum, não notamos o quanto ele é complexo. Complexo o suficiente para ser uma barreira na tecnologia de identificação de fala, que não conseguiu replicar com sucesso essa audição seletiva.

Monitoramento de atividade cerebral

Uma equipe de pesquisadores do Departamento de Fala e de Ciências da Audição da Universidade de Washington utilizou técnicas de imageamento da atividade cerebral de sujeitos em condições em que o cérebro realiza esse processo de foco em sons específicos. Essas imagens permitem identificar a dinâmica do córtex auditivo e correlacionar os dados temporais e espaciais da atividade do cérebro.

Os resultados desse estudo levaram à teoria de que a identificação de fontes ocorre pela correlação temporal entre diversos parâmetros. Informações sobre frequência, localização espacial, entre outros parâmetros são agrupados pelo cérebro. Além disso, há uma parcela de colaboração entre informação visual e auditiva, tornando mais fácil a compreensão da fala em ambiente ruidoso.

Ainda existem muitas questões sem resposta sobre o assunto, porém é conclui-se que o ser humano sabe lidar muito bem com o ruído que o cerca. Mas não necessariamente precisamos demandar toda essa energia cerebral o tempo todo. Evitar ambientes ruidosos em casa e no trabalho pode trazer maior conforto e produtividade. Para isso, entre em contato conosco para conhecer nossas soluções!

O que você ouve?

Nos últimos dias a Internet foi tomada pela discussão: Yanni ou Laurel?

A polêmica gira em torno de um áudio, publicado por estudantes de ensino médio nas redes sociais, e que gerou burburinho. Alguns usuários ouviam a palavra “Yanni” (47% segundo uma enquete realizada no Twitter), outros a palavra “Laurel” (53% dos participantes da enquete), levando a diversas teorias.

 

 

Explicação

O áudio polêmico foi retirado do site vocabulary.com, e é correspondente à palavra Laurel. Mas, por quê tanta gente ouve diferente?
Para entender o que acontece com o áudio devemos recorrer a um recurso de visualização, chamado espectrograma. Consiste num gráfico que relaciona tempo, frequência e energia do sinal. A imagem abaixo compara os espectrogramas da palavra Laurel, do áudio que viralizou e da palavra Yanni, respectivamente.

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As partes mais claras no gráfico representam maior energia, a parte mais baixa do gráfico corresponde às frequências mais baixas. Observando os três espectrogramas podemos perceber que há um comportamento parecido entre eles. A grande diferença entre Laurel e Yanni é que a segunda palavra apresenta mais energia em frequências mais altas, e o áudio original possui mais energia nessa faixa de frequências do que o espectrograma para Laurel, por isso gerando confusão.

Assim, pessoas que são mais sensíveis a altas frequências, normalmente pessoas mais jovens, tendem a escutar Yanni. Já pessoas que possuem alguma perda na sensibilidade a essa faixa de frequências ouve a palavra Laurel.
Isso é apenas uma brincadeira de internet, mas pode revelar detalhes interessantes sobre como funciona nossa audição e como nosso cérebro processa informações auditivas.

O mito da caixa de ovo

Em todas as áreas existem mitos enraizados no imaginário popular e difíceis de derrubar. Esse texto é sobre um desses mitos, afinal todos já ouviram falar sobre “acústica e caixas de ovo”. É muito comum encontrar “estúdios caseiros” ou pequenas igrejas que usam o material procurando algum ganho acústico. Às vezes, a própria ideia de tratamento acústica é um tanto difusa, misturando os conceitos de absorção e isolamento numa única solução/.

Formas de tratamento de ambientes

A ideia comum que se tem de tratamento é, na verdade, uma junção entre isolamento acústico e tratamento com absorção, que são processos bem diferentes entre si.

Para isolar um ambiente, evitando a transmissão entre ambientes, pavimentos e área interna e externa de edificações são aplicados dois conceitos principais:

  1. Lei da massa: consiste na adição de massa a um sistema. Paredes grossas e densas, e outros elementos que apresentem valores altos de perda de transmissão em baixas frequências.
  2. Lei das frestas: eliminação de frestas, pequenos vãos e orifícios que possibilitem a passagem de altas frequências)

Além disso, é importante também realizar a eliminação de pontes acústicas (conexões rígidas entre fonte sonora e estruturas adjacentes).

Esse tipo de tratamento não visa melhorias na qualidade acústica do interior dos ambientes. Nesse sentido, elementos de absorção são utilizados. Qualquer tipo de material apresenta um coeficiente de absorção, por menor que seja. O que define se esse material é adequado ou não para utilização em tratamento de ambientes é o quanto ele absorve em cada faixa de frequências e qual a necessidade específica para o tipo de tratamento realizado.

A principal característica de materiais absorvedores é a presença de poros e cavidades. Esses poros são muito pequenos e em seu interior, de uma forma complexa, a energia sonora incidente é transformada. E assim acontece o processo de absorção.

Uma confusão comum

O primeiro engano cometido por aqueles que apostam em materiais alternativos, como caixas de ovo, no tratamento de ambientes é a mistura dos conceitos de isolamento e absorção. Mas o que leva à ilusão de que caixas de ovo são bons materiais acústicos é, muito provavelmente, sua geometria. Elas possuem formato semelhante ao de algumas placas de materiais porosos, utilizados para absorção. A diferença é que as caixas não possuem poros, portanto não possuem a característica principal que pode conferir as propriedades “acústicas” do material.

Então, em caso de necessidade por tratamento acústico, não se deixe enganar por anúncios falsos na internet! Procure orientação profissional!Para obter ambientes mais silenciosos, invista também nas esquadrias presentes. Entre em contato conosco e se informe sobre os produtos e serviços que oferecemos!

Rota da Sustentabilidade FEICON

Atenua Som na Rota da Sustentabilidade
 
A Atenua Som participou da Rota da Sustentabilidade, que ocorreu durante a FEICON-BATIMAT 2018. Durante o evento, um grupo de empresas foram previamente avaliadas, visando esclarecer o conceito de sustentabilidade aos visitantes, expositores, varejistas, construtores e arquitetos.
 
Para fazer parte, as empresas devem atender 12 requisitos no mínimo, dentro dos 24 estabelecidos pela organização, sendo 8 por categoria (fabricação, obra e produto aplicado).
 
Apresentamos nossa nova linha de portas e janelas de PVC na FEICON, e atendemos aos 8 requisitos dentro da categoria produto aplicado, o que representa 100% de aproveitamento.
 
Foi uma grande satisfação participar do evento e atender plenamente aos requisitos de sustentabilidade no produto aplicado. Caso você ainda não conheça a nossa nova linha em PVC, acesse atenuasom.com.br/pvc e surpreenda-se!

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A ProAcústica cobre a avenida Paulista com o apelo chega de barulho e marca o lançamento do Mapa de Ruído Urbano Piloto de São Paulo

No Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído, uma estátua viva feminina, maquiada em prata, fazia o sinal de silêncio em frente ao prédio da Fiesp na Avenida Paulista, no último dia 25 de abril, em São Paulo. O nível de ruído aumenta na avenida e a estátua, até então imóvel, faz o sinal de quem quer tapar os ouvidos para evitar a dor. Estava começando o Inad SP 2018 para chamar a atenção sobre o impacto que o ruído causa na vida cotidiana da população. Organizado pela ProAcústica – Associação Brasileira para a Qualidade Acústica, a iniciativa chamou a atenção das pessoas que passaram pela avenida e atraiu a mídia com a intervenção urbana digital, este ano com o tema – ou hashtag – “chega de barulho”. “Mais do que o alcance na mídia e a atenção do público, o evento deve impactar o poder público porque, até 2023, toda a cidade deverá ter concluído o mapa de ruído, afirmou o presidente da ProAcústica, Edison Claro de Moraes.

Entre as atividades – que começaram na véspera – para a principal avenida paulistana, a Galeria de Arte Digital reproduziu com lâmpadas de LED, na fachada do prédio, a imagem do Decibeto, a figura de um mascote com orelhas avantajadas, que se alegra com o silêncio e vai ficando aborrecido com o barulho. Ao longo do dia, estações de medição, instaladas no saguão de entrada do prédio media o nível de ruído e projetava em tempo real num video wall, na calçada. No começo da tarde, os alunos de graduação da área de saúde da PUC, UNIFESP e USP se reuniram na avenida para o Manifesto do Silêncio, uma intervenção com cartazes em branco, vermelho e faixas pedindo “chega de barulho”. A intervenção foi programada para acontecer no mesmo horário em vários países.

Como forma de sensibilizar a população, entidades setoriais, organizações da sociedade civil e governamentais e veículos de comunicação, foi lançado o Mapa de Ruído Urbano Projeto Piloto SP, importante instrumento de gestão urbana para a cidade de São Paulo. O projeto piloto foi elaborado pelo grupo de trabalho GT Mapa de Ruído, do Comitê Acústica Ambiental, que vem trabalhando na definição das diretrizes para as melhores práticas no mapeamento acústico bem como na modelagem da área piloto, localizada entre as avenidas Paulista, Brasil, Nove de Julho e a Vinte Três de Maio. O arquiteto e urbanista Marcos Holtz, coordenador do comitê Acústica Ambiental da ProAcústica, acompanhou a equipe de reportagem do jornal SP1 da TV Globo no viaduto Tutóia, sobre a avenida 23 de Maio, marcado no mapa piloto como ponto mais barulhento da região. Holtz declarou ao jornal, no dia do Inad: “O mapa vai mostrar onde as pessoas estão sofrendo mais com o barulho; onde a saúde está sendo degradada com maior intensidade”.

As ações de conscientização – que incluíram ainda um telão na entrada do prédio e um hot site – www.mapaderuidosp.org.br – com acesso ao mapa de ruído no Google Earth – devem incentivar, nos próximos anos, a adoção de políticas públicas para enfrentar e combater as diversas formas de poluição sonora, por meio de medidas mitigatórias e compensatórias para as emissões de ruído nas esferas pública e privada. Na cidade de São Paulo, entidades setoriais como o Secovi SP, o SindusCon SP e a ProAcústica, além de organizações da sociedade civil, estão preocupadas não só em reconhecer o problema mas em buscar soluções de enfrentamento e combate aos perigos sonoros. Esses grupos de pressão e entidades realizaram, entre 2014 e 2016, três edições da Conferência Municipal sobre Ruído, Vibração e Perturbação Sonora, por ocasião do Inad. No ano passado, uma imagem expressiva do Inad de São Paulo correu o mundo: os personagens da escultura Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, no parque do Ibirapuera, amanheceram com fones de ouvidos amarelos e gigantes para chamar a atenção para os males da poluição acústica.

O Dia Internacional da Conscientização Sobre o Ruído, Inad da sigla em inglês de International Noise Awareness Day, foi criado em 1996, nos Estados Unidos, pela League for the Hard of Hearing, hoje Center for Hearing and Communication, para promover o evento mundial de conscientização, com diversas atividades como os 60 segundos de silêncio. A poluição sonora, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) é o segundo maior agente poluidor ambiental, depois da poluição do ar.