Automedicação: um grande risco para a audição

Quando falamos de medicamentos, já é sabido que o consumo desenfreado pode trazer consequências à saúde. No entanto, o que poucos sabem é que cerca de 200 deles são prejudiciais à audição.
Diuréticos, pílulas anticoncepcionais e anti-inflamatórios são considerados remédios de risco, ou ototóxicos, e podem causar danos graves à cóclea, que é a parte do ouvido humano responsável pela audição. A aspirina, por exemplo, é um dos mais comuns.
É importantíssimo realizar exames prévios de audição em casos de tratamentos intensivos, para verificar se os medicamentos utilizados não agravarão ainda mais algum eventual problema auditivo já existente.
Na infância, o uso excessivo deste tipo de medicamento pode acarretar em problemas de processamento do som, como distinguir sons do ambiente, ouvir com clareza a voz humana ou até mesmo reconhecer a própria voz.
É imprescindível consultar o médico otorrinolaringologista caso apresente alguma dificuldade auditiva, pois isso pode estar ocorrendo por conta de um remédio de risco!

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