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Confira o conteúdo da 6ª edição do VidroSom em 3 Suplementos

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“Caixa Acústica” é o nome da publicação especial resultante da ação conjunta entre a Abravidro – editora de “O Vidroplano” – a Atenua Som – organizadora do Vidrosom, seminário técnico sobre acústica em vidro – e a Cebrace, patrocinadora do evento desde sua primeira edição.

A iniciativa tem por objetivo compartilhar com os profissionais vidreiros o riquíssimo conteúdo divulgado no 6° VidroSom, realizado em 12 de novembro de 2014 em São Paulo. Naquela ocasião, dezenas de profissionais dos setores de vidros, esquadrias e acústica assistiram a apresentações e debates abordando conceitos técnicos básicos, pesquisas recentes, regulamentações, cases e ensaios sobre o tema.

A série “Caixa Acústica” é composta por três suplementos apresentando um conteúdo inédito e atualizado, reunindo o que existe de mais avançado nos estudos de caso sobre acústica.

O material está disponível para download, clique abaixo:

Suplemento Caixa Acústica – Parte 1
Suplemento Caixa Acústica – Parte 2
Suplemento Caixa Acústica – Parte 3

Projeto Design – Versatilidade para o conforto acústico

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Sons gerados pelo tráfego de veículos, geradores, ar-condicionado e outros equipamentos de uso cotidiano, além do ruído das multidões, contribuem para o aumento da poluição sonora em grandes cidades. a preocupação com os danos decorrentes é evidenciada pela quantidade de soluções acústicas que o mercado da arquitetura anuncia com frequência, relacionadas a forros, painéis, vidros, lãs especiais, mantas e aos mais diversos materiais, capazes de garantir um bom desempenho das construções.

Em evidência, o assunto foi escolhido como tema da 2ª Conferência Municipal sobre Ruído, Vibração e Perturbação Sonora, prevista para ser realizada no final de abril, em São Paulo, por iniciativa da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica). Contava-se com a participação de arquitetos especialistas em acústica, pesquisadores da área, engenheiros, físicos, advogados e jornalistas. Além de abrir um diálogo sobre as soluções para a mitigação da poluição sonora, o evento discutiria questões relacionadas aos desafios de uma cidade 24 horas, com alto índice de entretenimento noturno, o excesso ou a falta de normas voltadas para o setor, além do monitoramento do ruído urbano. E aventava a possibilidade de se implementar um projeto piloto em São Paulo, além das diretrizes para um novo projeto de lei sobre ruído urbano, em que se mapeie a paisagem sonora da cidade.

“Esclarecer quais são os pontos críticos principais e que conexões já existem em relação ao planejamento urbano, e seus benefícios para a cidade, é o objetivo desse mapeamento”, afirma o arquiteto e urbanista Marcos Holtz, mestre em acústica e coordenador da Comissão Acústica Ambiental da ProAcústica, que assinalou os pontos estruturantes do encontro. À frente de diversos projetos acústicos de auditórios, museus, hotéis e shopping centers, o escritório Harmonia Acústica, que tem Holtz como sócio‑diretor, é responsável pela consultoria e projeto acústico do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS/RJ). Em construção na avenida Atlântica, em meio à zona residencial da orla da praia de Copacabana, a proposta arquitetônica concebida pelo escritório Diller Scofidio + Renfro  tem como principal desafio acústico controlar o vazamento do som para o exterior. “Foi necessário prever um duplo isolamento: da avenida para o museu e do museu para os vizinhos”, explica Holt,que, para atender a essa demanda, definiu o emprego de elementos absortivos no forro e o envelopamento do edifício com concreto e vidro laminado.

A ideia do empreendimento é proporcionar ao visitante uma experiência sensorial, como é o caso do espaço da Boate, que contará a história da noite carioca e a genealogia da música black, com influência do funk; e da Sala Carnaval, que mostrará a história da tradicional festa carioca, com a projeção 360 graus do som da bateria de uma escola de samba. Nesses dois ambientes era necessário garantir o conforto e o isolamento acústico. Para isso, foram usados vidros duplos – para a Boate se conectar visualmente com o átrio assimétrico que vai do térreo ao último pavimento -, contrapisos flutuantes e painéis com lã mineral de tecido e forros acústicos.

Outro espaço de destaque do museu é o cineteatro, ambiente versátil com capacidade para 280 pessoas. Por permitir diferentes usos, como projeção de filmes, auditório e sala de espetáculos, o revestimento acústico tinha que garantir a reflexão e também a absorção do som. O projeto arquitetônico previa painéis de madeira em formato de onda nas três paredes principais, modelados em 3D, para representar tanto as ondas do mar como as do som. “A intenção era visualizar as ondas sonoras se propagando pela parede, o que foi uma ideia polêmica e difícil de executar. Mas que, por fim, atendeu às demandas estética, conceitual e acústica”, lembra Holtz. A sala conta ainda com a parede posterior feita em vidro, em contato com o foyer do museu, além de cortinas de veludo que absorvem o som e escurecem o ambiente em sua configuração de cinema.

A maior parte da solução acústica foi personalizada para o MIS/RJ. “A acústica não pode impor uma solução, ela resulta sempre da arquitetura e, portanto, foram estudadas em conjunto neste projeto, que se desenvolveu através de um processo interessante e interativo”, revela Holtz.

Casas que recebem grandes espetáculos também contam com elementos acústicos para garantir o isolamento do som, como o Teatro Porto Seguro, localizado em São Paulo. Com inauguração prevista para o início de maio, a área de cerca de 4,2 mil metros quadrados dará espaço a uma sala com 504 lugares, segundo o projeto do escritório AIC Arquitetura & Urbanismo. Possibilitar a uniformidade sonora em todos os lugares da plateia, tanto em eventos ao vivo ou amplificados, para atender também a encontros corporativos multimídia, foram os pilares do projeto acústico.

Entre os desafios de um espaço como este, está o controle dos ruídos de ar-condicionado, transformadores e outras instalações. A reverberação excessiva, bem como ecos e ressonâncias no palco, também foram objetos de maiores cuidados. O consultor acústico do projeto, Alexandre Sresnewski, conta que a opção foi pelo emprego de materiais com acabamentos e tipologias com características peculiares de isolamento para cada parte, como teto, paredes, pisos e palco. “Foram usados materiais acusticamente versáteis, da Nexacustic, produzidos pela OWA, com absorção em algumas superfícies e difração em outras. Nas paredes, utilizou-se uma mistura de painéis absorventes e refletentes. E no teto, refletores curvos em gesso, para levar os sons do palco até a plateia. Além disso, colocamos outros painéis de tecido sobre mantas minerais”, ele detalha.

Porém, não são apenas ambientes com alto fluxo de pessoas que requerem cuidado especial com a paisagem sonora. Comportando até 170 pessoas, o restaurante de comida japonesa Djapa, de São Paulo, levou o conforto acústico em consideração. A solução adotada foi o forro suspenso Heradesign, importado da Alemanha pela fábrica Knauf AMF. Diferente de um forro de gesso, por exemplo, por ser feito com fibras de madeira, tem absorção sonora otimizada.

Em outros casos, a principal preocupação não é com o vazamento do som, mas com a interferência da poluição sonora externa. O escritório do hangar da companhia aérea TAM, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, precisava minimizar o ruído constante dos aviões no ambiente interno. O edifício estava vedado por sanduíche de vidros insulados, de oito milímetros, e câmara de ar de nove milímetros, resultando em vidro de 40 kg/m², com ruído de até 104 decibéis. Após diversos estudos e o uso de recursos tecnológicos, como a holografia acústica, que revela o nível de ruído e por onde ele é transmitido na fachada, a Atenua Som identificou o ponto fraco do sistema existente e buscou uma opção que melhor correspondesse à demanda. De acordo com Edison Moraes, diretor da empresa, a decisão foi substituir os vidros antigos por multilaminados de seis milímetros, com câmara de ar de quatro milímetros, e outro vidro de seis milímetros, da Cebrace. Com isso, além de um sistema mais leve, a medição do ruído mostrou uma queda para 56 decibéis.

Independentemente do tipo de vidro, o desempenho acústico será determinado pelo conjunto composto por caixilho e isolamento. Para o gerente de marketing da Cebrace, Carlos Henrique Mattar, o caso do hangar mostra a importância de uma especificação correta. “Não existe fórmula para identificar um vidro ideal para cada projeto, é preciso fazer uma análise do local e do tipo do ruído que se pretende barrar a fim de obter o conforto acústico”. Seguindo tal linha, a empresa lançou o aplicativo gratuito Cebrace Acústica, que permite que cada usuário verifique qual seria o vidro mais apropriado às diversas situações do cotidiano.

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Texto de Gabriela Nunes| Publicada originalmente em Projeto Design na Edição 421

Arquitetura Invisível: Profissionais precisam ficar atentos aos detalhes acústicos

Assista apresentação de Julian Treasure – presidente da Sound Agency  e consultor sobre o impacto sonoro na população realizada durante do TEDGlobal 2012.

O destaque nesta edição comenta sobre a necessidade de arquitetos e projetistas em criar projetos para restaurantes, escolas, escritórios e até hospitais levando em consideração a parte acústica do ambiente.

Julian Treasure soa uma chamada à ação para os designers para pagar a atenção para a .

Outros vídeos com Julian Treasure participando do TED estão disponíveis aqui no blog da Atenua Som:

– “Som Ambiente: Especialista demonstra como somos afetados diariamente” comenta sobre como os barulhos indesejados estão afetando nossa habilidade de escutar.

– “5 Maneiras de Escutar Melhor“, onde Treasure compartilha experiências para utilizar conscientemente nossa comunicação sonora.

(selecione a tradução para português no vídeo)

Curadoria acústica em todos os projetos

 

O som é fundamental para a qualidade de locais de música, mas todos os projetos de arquitetura precisam prestar mais atenção à acústica?

Briefs de design dificilmente incluem uma descrição da experiência acústica que deve ser alcançado. No entanto a acústica é uma característica vital, pode definir e moldar a qualidade e o caráter de ambientes. Desta forma, deveríamos informar sobre como queremos que os nossos edifícios e espaços públicos tenham de retorno sonoro desde o início de cada projeto.

Controle de ruído, ou o som indesejado, é parte do problema.

Se o som é causado pelo tráfego em uma estrada nas proximidades ou pelos próprios sistemas mecânicos de um edifício, o ruído é preocupante e até mesmo prejudicial para a saúde. Além da perda de audição, que é uma consequência do passar um tempo em um ambiente barulhento, o ruído prejudica a nossa capacidade de concentração, de entender e para descansar.

O mundo da construção e da arquitetura está cada vez mais consciente de que o som indesejado deve ser controlado para criar ambientes propícios ao seu propósito primordial – sejam eles hospitais, hotéis, escritórios, casas ou outros edifícios. Nas artes cênicas, no entanto, os clientes entendem que é necessário um desenho acústico além do controle de ruído para projetar uma experiência acústica do espetáculo.

Mas não deveríamos estar fazendo isso em outros ambientes também?

Um exemplo simples são os restaurantes. A acústica deve ser parte da discussão logo no início!

Qual é a natureza do espaço, qual o ambiente e o personagem do estabelecimento?

É destinado a ser alegre e descontraído? Intimista? Elegante? Moderno e relaxado? Estas perguntas são realizadas para discutir os objetivos do projeto estético, mas poderiam ser debatidos também na área acústica.

Se nós estamos projetando áreas urbanas – parques, hospitais, restaurantes ou lobbies de hotel – devemos considerar desde o início como vamos moldar a experiência acústica. Deveríamos utilizar a acústica em conjunto com o geometria espacial, texturas, luz e cores para criar espaços que provocam uma resposta emocional ou mesmo física.

O som pode transformar o espaço, onde as pessoas podem desejar ficar, espaços que induzem ao consumidor percorrer rapidamente, espaços com personalidade específica e espaços que provocam uma infinidade de outras respostas.

Seja qual for o ambiente que você deseja alcançar, se trata de um processo de pensamento holístico. Como designers, devemos defender mais o pensamento (e, portanto, tempo) dedicado a esse tipo de curadoria acústica.

A natureza do nosso mundo acústico deve ser o resultado de escolhas de design conscientes em todos os lugares em nosso ambiente construído, e não uma consequência não intencional de escolhas estéticas.


Texto de Tateo Nakajima – um dos principais especialistas sobre acústica e pela gestão de projetos acústicos variados – auditórios, teatros e salas de concertos na América do Norte, Europa e Ásia.

Caixa Acústica – Confira 1ª parte de suplemento sobre vidros acústicos

 

“Caixa Acústica” é o nome da publicação especial resultante da ação conjunta entre a Abravidro – editora de “O Vidroplano” – a Atenua Som – organizadora do Vidrosom, seminário técnico sobre acústica em vidro – e a Cebrace, patrocinadora do evento desde sua primeira edição.

A iniciativa tem por objetivo compartilhar com os profissionais vidreiros o riquíssimo conteúdo divulgado no 6° VidroSom, realizado em 12 de novembro de 2014 em São Paulo. Naquela ocasião, dezenas de profissionais dos setores de vidros, esquadrias e acústica assistiram a apresentações e debates abordando conceitos técnicos básicos, pesquisas recentes, regulamentações, cases e ensaios sobre o tema.

A série “Caixa Acústica” é composta por três suplementos. Juntos, eles formarão uma literatura inédita e atualizada, reunindo o que existe de mais avançado nos estudos de caso sobre acústica.

Na primeira edição, você acompanha em detalhes o conteúdo de duas palestras do VidroSom. Na primeira, Carlos Henrique Mattar, gerente de marketing da Cebrace e um dos maiores especialistas em vidro no Brasil, apresentou conceitos básicos sobre acústica e o vidro como barreira de som. Na segunda, o arquiteto Marcos Holtz traçou uma evolução do uso do material em edificações ao longo dos séculos.

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-Diferenças no barulho

O limite de barulho suportado pelo organismo humano está ligado ao tempo de exposição a ele. Aguentamos por pouco tempo ruídos acima de 90 dB. Exemplo: nosso corpo suporta o som de uma turbina de avião (104 dB) por, no máximo, quatro minutos. Após esse período, sofrem-se perdas auditivas irrecuperáveis.
Além disso, a continua exposição a níveis superiores pode causar males diversos como diminuição do poder de concentração e da resistência imunológica e estresse degenerativo.

Para se chegar a soluções para o conforto acústico de edificações, é importante lembrar que em uma metrópole, por exemplo, não existe apenas um tipo de barulho a se combater. Deve-se levar em conta o “espectro do ruído”, o conjunto de sons formados por várias fontes que causam distúrbios às pessoas.

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Frequências Críticas
Todo tipo de vidro vibra ao receber uma frequência específica de som, diminuindo assim sua capacidade como isolante. Não basta, portanto, instalar vidros grossos em qualquer projeto. O ideal é estudar e combinar materiais para compensar essa inevitável perda (saiba mais sobre isso no próximo suplemento).

Vidros mais espessos. por exemplo, são excelentes para barulhos pesados, graves. Por outro lado, vidros finos atuam melhor contra sons agudos.

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-Evolução da Aplicação
O uso do Vidro acompanhou diretamente a evolução da arquitetura. As catedrais, obras tão comuns nas cidades ocidentais, são ótimos exemplos para ilustrar a mudança ao longo dos tempos.

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Conjunto de Soluções
O conforto acústico é apenas um dos benefícios que o vidro garante à construção civil. O material oferece solução completa para diversas questões relevantes à arquitetura moderna – entre elas, beleza estética e conforto térmico. A quebra de paradigma na aplicação do vidro indica que é papel do arquiteto mostrar à indústria quais os caminhos a serem seguidos pela construção civil.

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IAC BUILDING  – Nova York, EUA
Obra do renomado arquiteto canadense Frank Gehry, inaugurada em 2007 como sede da InterActiveCorp, empresa de mídia online americana. As fachadas ganharam “Cool Lite KNT”, vidro low-e de controle solar da Cebrace,com o intuito de evitar a entrada de radiação solar durante o verão e a perda de calor durante o inverno.

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Burj Khalifa – 
Dubai, Emirados Árabes Unidos

O maior prédio do mundo pode ser considerado o exemplo máximo da técnica na instalação do material – afinal, as placas da fachada precisam resistir às fortes rajadas de vento, além de proteger os usuários contra o intenso calor do deserto.
Inaugurado em 2010, possui SunGuard Solar Silver 20 e Climaguard NLT low-e, da Guardian, nas fachadas.


Este conteúdo foi elaborado por dois palestrantes

Carlos Henrique Mattar (carlos.mattara@cebrace.com.br)
Bacharel em engenharia metalúrgica e de materiais pela Escola Politécnica da USP, pós-graduado em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Possui cursos de formação técnica na Escola do Vidro e na Univerdade do Vidro (França). Atua no mercado do vidro plano desde 2000 e é gerente de Marketing da Cebrace desde 2012.

Marcos Holtz (projetos@harmoniaacustica.com.br)
Arquiteto e mestre em acústica pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Sao Paulo, é sócio do escritório Harmonia Acústica. Já participou como autor de cerca de 500 projetos de acústica.

O material está disponível para download, clique aqui.

Smart Window – a Janela Sustentável da Atenua Som

smartwindow
Incentivando projetos inovadores, novas tecnologias e criatividade, a Acelera Startups , concurso de empreendedorismo promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) premiou em sua 5ª edição a “Smart Window”, de Leonardo Palombo – diretor de tecnologia e inovação da Atenua Som – que recebeu destaque por agregar eficiência energética e sustentabilidade em uma proposta inovadora que utiliza a luz solar recebida em janelas e transforma em energia limpa e renovável.

Através da Smart Window, a energia solar é armazenada e o usuário poderá utilizar em sensores de temperatura, sensores de movimento, de claridade, alarme de incêndio, iluminação de ambiente ou transferida para qualquer periférico que possua saída USB, por exemplo, smartphones.

Sobre a Acelera Startups

A Acelera Startups é uma empresa voltada para a educação empreendedora que promove eventos e workshops voltados para a integração entre facilitadores, mentores, empreendedores, consultores e estudantes que queiram montar um negócio inovador usando as metodologias mais utilizadas no mundo para o desenvolvimento de startups.

Informações à Imprensa:

Renato Andrade – Atenua Som
www.atenuasom.com.br
e-mail: renatoan@gmail.com
Tel.:11-99829-8748

Confira vídeos sobre a Smart Window:

Smart Window na Rede TV
Smart Window  na Mixx TV
Smart Window  no programa Bom Dia Brasil – Rede Globo

Floresta Vertical: Design protege moradores de poluição atmosférica e sonora

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Uma floresta criada em vaso e plantas que escondem vigas de aço é o projeto de Luciano Pia chamado de “25 Verde”.

O prédio disfarça 5 andares de um conjunto de apartamentos em Turim/Itália e transfere as plantas do chão para vasos, em uma tentativa de fugir da cena urbana da cidade – além de causar um impacto único na fachada do edifício residencial.

A estrutura do projeto mantém 150 árvores que absorvem cerca de 200.000 litros de dióxido de carbono por hora. Essa absorção natural também agrega uma proteção natural aos moradores, ajudando a eliminar gases nocivos do trânsito e de sons agressivos das ruas.

A progressão sazonal das árvores também cria o microclima agradável ao interior do edifício, colaborando na temperatura em extremos, durante os meses frios e mais quentes.

O edifício possui 63 apartamentos, todos com terraços e vegetação planejada em suas janelas e paredes. Cada espécie de planta foi escolhida propositadamente a partir de plantas existentes na região de Turim para proporcionar o maior variedade de cor, folhagem, floração e sem afetar o ecossistema.

Atenua Som na ExpoRevestir – A Fashion Week da Arquitetura e Construção

Aliviar Som

A Atenua Som apresenta suas soluções em janelas e envidraçamentos que oferecem conforto acústico na 13ª edição da EXPO REVESTIR 2015, que acontece de 03 a 06 de março de 2015, no Transamérica Expo Center.

Porta antirruído para grandes dimensões
Para proporcionar grande isolamento térmico e acústico, a porta possui fechamento multiponto, roldanas com rolamentos blindados e trilho em inox que impede o desgaste e facilita a limpeza. Os perfis de alumínio reforçado possibilitam a utilização em grandes dimensões e oferecem maior segurança. A peça exposta possui acabamento diferenciado que imita aço cortein.

Janela antirruído de correr vertical – com persiana de enrolar motorizada
A janela de correr vertical, também conhecida no Brasil como “guilhotina”, é apresentada com um diferencial importante: o conjunto de componentes usado na movimentação garante a sustentação das folhas e a parada em qualquer posição, sem riscos ao usuário. Além disso, possibilita melhor interação visual com o ambiente externo, já que não possui tantos elementos na vertical quanto os outros modelos.
Outro destaque é a persiana de enrolar motorizada com duas opções de acionamento: controle remoto ou interruptor sem fio, que pode ser fixado em qualquer lugar, sem necessidade de puxar fios e quebrar a parede.

Linha Excellence – Janela antirruído de correr de sobreposição, que não altera fachada
A linha Excellence inclui janelas e portas de correr de excelente resultado acústico, que podem instaladas pelo lado interno do ambiente, sem necessidade da troca de janela, evitando conflitos com a fachada.

Smart Window – a janela sustentável da Atenua Som
A Smart Window agrega eficiência energética e sustentabilidade em uma proposta inovadora que utiliza a luz solar recebida em janelas e transforma em energia limpa e renovável.
Essa energia armazenada pode ser utilizada em diversos tipos de sensores (temperatura, movimento ou claridade), alarme de incêndio ou transferida para qualquer periférico que possua saída USB, por exemplo, smartphones.

Cabine acústica
Aos visitantes da exposição, a Atenua Som oferece a experiência do conforto proporcionado pelas esquadrias antirruído, ao abrir e fechar a janela da cabine acústica. A música que sai da cabine parece ser desligada ao fechar a janela!

Atenua Som
Pavilhão A
Estande: 520

Réplica de casa dos anos 20 é criada em cobertura de prédio

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Um edifício no bairro da Bela Vista (SP) está despertando a curiosidade de quem passa. Sede da empresa Ideia Glass, o prédio envidraçado se destaca com uma casa amarela réplica dos anos 20 na sua cobertura.

A fachada da casa, construída no alto do prédio, tem o estilo da arquitetura das antigas residências do bairro do Bixiga, com elementos típicos, como o trabalhado gradil do portão de ferro baixo, um pequeno canteiro de rosas e a placa antiga na parede, que indica a rua 13 de maio.

A edificação da Casa Amarela contou com o estudo e participação de estudantes da Faculdade Belas Artes e é a realização de um sonho pessoal do empresário José Miguel, que investiu aproximadamente R$ 80 mil na construção que foi erguida totalmente com materiais de uma casa demolida.

Fundada em 2007, a Ideia Glass é conhecida por seus kits e ferragens para boxes de banheiro, entre eles o Box Elegance, modelo inovador de box com roldanas aparentes.

Trabalhando e morando no bairro há mais de 40 anos, José Miguel criou a Casa Amarela com o propósito de contribuir com a história do bairro.

Confira o matéria completa da TV GAZETA clicando no vídeo:

Local:
Ideia Glass
Rua 13 de Maio, 911 – Bela Vista – São Paulo – SP